MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO
Delegacia Federal do Desenvolvimento Agrário de Minas Gerais
O Comitê de Articulação Estadual do Programa Territórios da Cidadania e o Colegiado do Território da Cidadania do Alto Jequitinhonha convidam para a Apresentação das Matrizes de Ações dos Governos Federal e Estadual no Território em 2009, dias 16 e 17 de março, no Mercado Municipal de Diamantina, na Praça Barão de Guaicui SNº, na Cidade de Diamantina, com a abertura dos trabalhos as 09 (nove) horas da manhã do primeiro dia do evento.
Rogério Correia
Delegado Federal do Desenvolvimento Agrário de Minas Gerais
Coordenador do programa Territórios da Cidadania em Minas Gerais
Thiago Coelho Toscano
Sub Secretário de Planejamento e Orçamento do Governo do Estado de Minas Gerais
Secretário do Programa Territórios da Cidadania em Minas Gerais
Colegiado do Território da Cidadania do Alto Jequitinhonha
Programação
Dia 16 de março
09:00 - Abertura: composição da mesa e apresentação dos participantes
09:30 –Apresentação do Balanço do Programa em 2008 (qualitativo e quantitativo)
Apresentação da Matriz de Ações do Governo Federal em 2009
Apresentação da Matriz de Ações do Governo Estadual em 2009
12:30 – Almoço
14:00 - Apresentação da síntese do PTDRS
Apresentação da Metodologia do Programa para 2009
19:00 Atividade Artístico-Cultural
Dia 17 de março
08:30 – Síntese dos principais pontos do primeiro dia.
Debate sobre a metodologia proposta e sobre a matriz de ações 2009
Definição da estratégia dos debates territoriais propostos pela metodologia:
A – Debates das Matrizes
B – Debate das Matrizes comparativamente aos projetos estratégicos/PTDRS
C – Avaliação do Programa
12:30 – Almoço
14:30 - Conclusão e encerramento do evento
quarta-feira, 1 de abril de 2009
BIBLIOTECA OSWALDO FRANÇA JÚNIOR
Osvaldo França Júnior
(1936 - 1989)
Romancista brasileiro nascido em Serro, Estado de Minas Gerais, piloto da Força Aérea Brasileira e expulso da corporação depois do golpe militar (1964). Filho de Oswaldo França e Jacira Nunes Mourão, fez o Curso de Formação de Oficiais Aviadores - Campo dos Afonsos, Rio de Janeiro, com especialização em combate aéreo. Cadete da aeronáutica, foi expulso como subversivo, por ocasião do golpe militar (1964) Desempregado, tornou-se motorista de táxi em Belo Horizonte e, nas horas vagas, escrevia contos. Depois exerceu inúmeras atividades durante sua vida. Foi corretor de mercado de capitais, de imóveis, de cereais, de carros usados, proprietário de banca de revistas, de barracas de pipocas e gerente de empresa de ônibus. Aconselhado por Rubem Braga, passou a escrever romances e assim surgiu seu primeiro livro, O viúvo (1965), lançado pela Editora do Autor. O sucesso veio definitivamente com Jorge um brasileiro (1967), ganhou o Prêmio Walmap, o mais importante da época, que deu origem à série da TV Globo Carga Pesada e mais tarde foi filmado por Paulo Tiago. Publicou mais 13 livros: Um dia no Rio (1969), O homem de macacão (1972), A volta para Marilda (1974), Os dois irmãos (1976), As lembranças de Eliana (1978), Aqui e em outros lugares (1980), À procura de motivos (1982), O passo-bandeira (1984), As laranjas iguais: contos (1985), A árvore que pensava (1986), Recordações de amar em Cuba (1986) e No fundo das águas (1988). Morreu vítima de um acidente automobilístico perto de João Monlevade, Estado de Minas Gerais, poucos dias após ter concluído seu último romance De ouro e de Amazônia (1989).
(1936 - 1989)
Romancista brasileiro nascido em Serro, Estado de Minas Gerais, piloto da Força Aérea Brasileira e expulso da corporação depois do golpe militar (1964). Filho de Oswaldo França e Jacira Nunes Mourão, fez o Curso de Formação de Oficiais Aviadores - Campo dos Afonsos, Rio de Janeiro, com especialização em combate aéreo. Cadete da aeronáutica, foi expulso como subversivo, por ocasião do golpe militar (1964) Desempregado, tornou-se motorista de táxi em Belo Horizonte e, nas horas vagas, escrevia contos. Depois exerceu inúmeras atividades durante sua vida. Foi corretor de mercado de capitais, de imóveis, de cereais, de carros usados, proprietário de banca de revistas, de barracas de pipocas e gerente de empresa de ônibus. Aconselhado por Rubem Braga, passou a escrever romances e assim surgiu seu primeiro livro, O viúvo (1965), lançado pela Editora do Autor. O sucesso veio definitivamente com Jorge um brasileiro (1967), ganhou o Prêmio Walmap, o mais importante da época, que deu origem à série da TV Globo Carga Pesada e mais tarde foi filmado por Paulo Tiago. Publicou mais 13 livros: Um dia no Rio (1969), O homem de macacão (1972), A volta para Marilda (1974), Os dois irmãos (1976), As lembranças de Eliana (1978), Aqui e em outros lugares (1980), À procura de motivos (1982), O passo-bandeira (1984), As laranjas iguais: contos (1985), A árvore que pensava (1986), Recordações de amar em Cuba (1986) e No fundo das águas (1988). Morreu vítima de um acidente automobilístico perto de João Monlevade, Estado de Minas Gerais, poucos dias após ter concluído seu último romance De ouro e de Amazônia (1989).
Nossa Biblioteca foi batizada carinhosamente com o nome Osvaldo França Júnior em homenagem a este grande escritor e apoiador da FUNIVALE na época de fundação em 1989, infelizmente ano também da sua morte.
Seria muito bom para tantos que gostam de ler - ou os que estão querendo gostar - se pudéssemos ganhar para nossa as seguintes obras:
- O DIÁRIO DA ANNE FRANK
- IRACEMA. Josè de Alencar
- GABRIELA CRAVO E CANELA, Jorge Amado
- BARRO BRANCO, José Mauro de Vasconcelos
- CAPITÃES DA AREIA, Jorge Amado
- O PEQUENO PRÍNCIPE, Antoine de Saint Exupéry
- O MUNDO DA SOFIA, Jostein Gaarder
- A CASA DA PALMA, Carlos Nascimento Silva
- ARQUIPÉLAGO GULAG, Alexandre Solschenyzin
- DR. JIVAGO, Boris Pasternak
- A AMÉRICA LATINA - MALES DE ORIGEM, Manoel Bomfim
- O NEGÓCIO É SER PEQUENO, E.F. Schumacher
- AS VEIAS ABERTAS DA AMÉRICA LATINA, Eduardo Galeano
- TODAS AS OBRAS de João Guimarães Rosa
- TODOS OS TÍTULOS Erich Fromm & Albert Schweitzer
- TODOS OS LIVROS de Graciliano Ramos
- MEU PÉ DE LARANJA LIMA
- O PRAZER DE ENSINAR – Rubem Alves
sexta-feira, 27 de março de 2009
JUVENTUDE RURAL
Com prazer o Grupo de Jovens Rurais de São Gonçalo do Rio das Pedras / Serro – MG, a Sec. de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, através da Unidade Regional da EMATER-MG de Diamantina e do Escritório Local da EMATER/Serro e a FUNIVALE convidam V.Sa. para a apresentação final do Curso Transformar: Política para a Juventude Rural
na comunidade de São Gonçalo do Rio das Pedras.
DATA: 31 de Março de 2009 (terça feira)
LOCAL: Sede da Funivale
HORÁRIO: 13:30 horas
13:30 ...............Abertura e explanação geral sobre o Curso Transformar em São Gonçalo (Claudete/ Margarida)
13:50................ Panorama da Juventude Rural (jovens Fabiane e Adriano)
14:10.................O trabalho dos jovens na temática educação ambiental (Sandra – Sala Verde Ecos do Jequi)
14:20 .................Apresentação dos resultados da expedição ao Rio das Pedras Miúdas (jovens)
15:40 ................. Filme – Reflexão sobre a água doce (Nando - Instituto Milho Verde)
15:50 ................. Explicações sobre a formação de Subcomitês de bacia (Paulão/Felipe – Sectuma /Serro)
16:00 ................ Formação do subcomitê do Rio das Pedras Miúdas e agendamento do primeiro encontro
16:20................. Manifestação dos presentes e entrega dos certificados do Curso Transformar aos 21 jovens
na comunidade de São Gonçalo do Rio das Pedras.
DATA: 31 de Março de 2009 (terça feira)
LOCAL: Sede da Funivale
HORÁRIO: 13:30 horas
13:30 ...............Abertura e explanação geral sobre o Curso Transformar em São Gonçalo (Claudete/ Margarida)
13:50................ Panorama da Juventude Rural (jovens Fabiane e Adriano)
14:10.................O trabalho dos jovens na temática educação ambiental (Sandra – Sala Verde Ecos do Jequi)
14:20 .................Apresentação dos resultados da expedição ao Rio das Pedras Miúdas (jovens)
15:40 ................. Filme – Reflexão sobre a água doce (Nando - Instituto Milho Verde)
15:50 ................. Explicações sobre a formação de Subcomitês de bacia (Paulão/Felipe – Sectuma /Serro)
16:00 ................ Formação do subcomitê do Rio das Pedras Miúdas e agendamento do primeiro encontro
16:20................. Manifestação dos presentes e entrega dos certificados do Curso Transformar aos 21 jovens
domingo, 22 de março de 2009
DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DA ÁGUA
A presente Declaração Universal dos Direitos da Água foi proclamada tendo como objetivo atingir os indivíduos, todos os povos e todas as nações. Ela existe para que todos os homens, tendo esta declaração constantemente presente no espírito, se esforcem, através da educação e do ensino, em desenvolver o respeito aos direitos e obrigações anunciados, e assumam, com medidas progressivas de ordem nacional e internacional, o seu conhecimento e a sua aplicação efetiva. Garotos visitando a nascente do
Rio Jequitinhonha- foto arquivos da Sala Verde ecos do Jequi - Funivale
Art. 1º
A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.
Art. 2º
A Água é a seiva de nosso planeta. Ela é a condição essencial da vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado pelo Art. 3º da Declaração Universal dos Direitos do Homem.
Art. 3º
Os recursos naturais de transformação da água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.
Art. 4º
O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.
Art. 5º
A Água não somente é uma herança dos nossos prodecessores, ela é sobretudo um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.
Art. 6º
A Água não é uma doação gratuita da natureza, ela tem valor econômico, precisa –se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
Art. 7º
A Água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração de qualidade das reservas atualmente disponíveis.
Art. 8º
A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada pelo homem nem pelo Estado.
Art. 9º
A gestão da água impõe em equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
Art. 10º
O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.
Histoire de I`Eau, Georges Ifrah, Paris, 1992.
A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.
Art. 2º
A Água é a seiva de nosso planeta. Ela é a condição essencial da vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado pelo Art. 3º da Declaração Universal dos Direitos do Homem.
Art. 3º
Os recursos naturais de transformação da água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.
Art. 4º
O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.
Art. 5º
A Água não somente é uma herança dos nossos prodecessores, ela é sobretudo um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.
Art. 6º
A Água não é uma doação gratuita da natureza, ela tem valor econômico, precisa –se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
Art. 7º
A Água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração de qualidade das reservas atualmente disponíveis.
Art. 8º
A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada pelo homem nem pelo Estado.
Art. 9º
A gestão da água impõe em equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
Art. 10º
O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.
Histoire de I`Eau, Georges Ifrah, Paris, 1992.
domingo, 1 de março de 2009
DIRETORIA 2009 - 2012
No dia 28 de fevereiro foi eleita a nova diretoria da FUNIVALE para o período 2009-2011
Contato funivale@gmail.com
Presidente
Martin W. Kuhne
Vice Presidente
Waldemir de Jesus Santos
Diretor Social
Laerte da Cunha
Diretora Financeira
Marcilene Correia
Diretor Administrativo
Geraldo Nelsino dos Reis
Contato funivale@gmail.com
Presidente
Martin W. Kuhne
Vice Presidente
Waldemir de Jesus Santos
Diretor Social
Laerte da Cunha
Diretora Financeira
Marcilene Correia
Diretor Administrativo
Geraldo Nelsino dos Reis
MENSAGEM DO MÊS
Funivale: uma universidade Livre, Experimental e Comunitária.
No final da década de oitenta, a Funivale foi criada como conseqüência de discussões de um grupo de estudantes do curso de Filosofia com o professor Martin Kuhne, acerca de uma universidade ideal mais adequada para os moradores das comunidades do Vale do Jequitinhonha, que se viam sempre excluídos dos processos seletivos da educação formal .
A missão da FUNIVALE é favorecer a emancipação da população do Vale do Jequitinhonha a partir da descoberta, vivência e desenvolvimento de suas potencialidades em busca de uma vida digna. Sua atuação beneficia a inclusão de agricultores(as) familiares, lideranças comunitárias, gestores públicos, jovens rurais e outros públicos comunitários, em processos educativos de qualificação promovendo desenvolvimento sócio-econômico, cultural e ambiental.
A EMATER-MG, através do Escritório Local do Serro, tem uma parceria efetiva antiga com a FUNIVALE, tendo atuado na qualificação de jovens rurais no PROGRAMA TERRA MÃE e recentemente a parceria se expandiu com a atuação no “Programa de Desenvolvimento Sustentável Territorial do Alto Jequitinhonha”, cujo público alvo são agricultores familiares e suas formas associativas e com o “Programa Transformar” para qualificação profissional de jovens rurais.
Os Programas não se limitam a qualificar, mais que isso, propiciam ricos momentos de reflexão, discussão, críticas, proposições e análise de políticas públicas, que se materializam em projetos que são executados em benefício dos moradores das comunidades menos favorecidas.
Com certeza a FUNIVALE presta relevantes serviços aos moradores do Vale do Jequitinhonha, colaborando para um mundo mais humano e justo.
Parabéns pelos 20 anos de atuação compromissada com a ética!
Claudete Maria Souza e Costa
Coordenadora Técnica Regional de Turismo Rural.
EMATER - MG
No final da década de oitenta, a Funivale foi criada como conseqüência de discussões de um grupo de estudantes do curso de Filosofia com o professor Martin Kuhne, acerca de uma universidade ideal mais adequada para os moradores das comunidades do Vale do Jequitinhonha, que se viam sempre excluídos dos processos seletivos da educação formal .
A missão da FUNIVALE é favorecer a emancipação da população do Vale do Jequitinhonha a partir da descoberta, vivência e desenvolvimento de suas potencialidades em busca de uma vida digna. Sua atuação beneficia a inclusão de agricultores(as) familiares, lideranças comunitárias, gestores públicos, jovens rurais e outros públicos comunitários, em processos educativos de qualificação promovendo desenvolvimento sócio-econômico, cultural e ambiental.
A EMATER-MG, através do Escritório Local do Serro, tem uma parceria efetiva antiga com a FUNIVALE, tendo atuado na qualificação de jovens rurais no PROGRAMA TERRA MÃE e recentemente a parceria se expandiu com a atuação no “Programa de Desenvolvimento Sustentável Territorial do Alto Jequitinhonha”, cujo público alvo são agricultores familiares e suas formas associativas e com o “Programa Transformar” para qualificação profissional de jovens rurais.
Os Programas não se limitam a qualificar, mais que isso, propiciam ricos momentos de reflexão, discussão, críticas, proposições e análise de políticas públicas, que se materializam em projetos que são executados em benefício dos moradores das comunidades menos favorecidas.
Com certeza a FUNIVALE presta relevantes serviços aos moradores do Vale do Jequitinhonha, colaborando para um mundo mais humano e justo.
Parabéns pelos 20 anos de atuação compromissada com a ética!
Claudete Maria Souza e Costa
Coordenadora Técnica Regional de Turismo Rural.
EMATER - MG
sábado, 28 de fevereiro de 2009
FUNIVALE: 20 ANOS
“Conheço a FUNIVALE desde muitos anos e admiro o seu engajamento decidido para um desenvolvimento sustentável. As particularidades desta instituição para mim são o compromisso forte com as comunidades da região e a visão de uma sociedade que cria oportunidades para os jovens. O trabalho da FUNIVALE nem sempre é fácil. Mas um olhar para trás, para os vinte anos de ação no Vale Jequitinhonha, nos mostra o grande sucesso das tantas iniciativas realizadas pela fundação. Eu desejo que a FUNIVALE continua este trabalho. Aos seus colaboradores meus parabéns.”
Dr. Marc-Antoine Camp (Etnomusicólogo, Zurique, Suíça)
"Conhecemos o trabalho da Funivale desde o tempo da horta e da Escola Terra Mãe. Quantas pessoas, lembradas ou não, sonharam esse sonho bom e colaboraram na sua construção, visivel ou invisivelmente. Mas grande mérito tem o Martin, pela sua calma tenacidade em manter esse sonho sempre vivo, em meio a tantos "realismos"...
Nós também acreditamos na validade e possibilidade desse sonho e por isto sempre apoiamos a Funivale e continuaremos a apoiá-la com os meios de que dispusermos.
Todos os que jamais perdemos a esperança de mudança estamos de parabéns por esses 20 anos".
Waldemar Boff, educador e diretor de Água Doce - Serviços Populares, Suruí, Magé – RJ
Prezados amigos da FUNIVALE:
Em 1989 tomei conhecimento sobre o trabalho da FUNIVALE que recém se iniciava. Meu primeiro contato foi com o Prof. Kuhne. Desde então se formou um laço de amizade que superou o próprio interesse da entidade que se constituía e a missão que abraçava. Os anos se passaram e seguem passando. Os caminhos entrecruzaram. Tivemos muitos avanços e retrocessos e os tornamos todos alunos de uma universidade que existia em nossas idéias. Devo muito do que sou ao que a FUNIVALE me despertou. Espero poder continuar colaborando com a FUNIVALE o mais breve possível, tão logo passe pelos compromissos que assumi (doutorado, trabalho etc.). Torço demais para que tudo que foi pensado se materialize e peço todas as noites pelas pessoas que abraçaram este projeto e nele empenharam também suas vidas.
Grande abraço
Evandro B. Sathler (MSc)advogado - oab-rj 98333
doutorando - posgeo - uffAnalista de Projetos EspeciaisSuperintendência de Biodiversidade
Secretaria de Estado do Ambiente (FIRJAN/SEA)
Se estar um passo à frente de outros significa a capacidade de ver o óbvio, ou então não se perder a capacidade de enxergar o valor de coisas que nunca perderão o valor, podemos dizer que a Funivale é "vanguarda" pura. Essa midiática vogue de hoje, de uma sustentabilidade discursiva, mal arranha problemas que a Funivale desde a fundação abordou, pela própria
definição dos princípios e objetivos com que foi criada. E, ainda hoje, insiste e continuará insistindo em não adiar a discussão de questões essenciais que pedem o maior - e mais urgente - espaço possível na agenda coletiva da tripulação do planetinha azul. E, por que não dizer, nas agendas individuais, também.
Jorge Arndt
definição dos princípios e objetivos com que foi criada. E, ainda hoje, insiste e continuará insistindo em não adiar a discussão de questões essenciais que pedem o maior - e mais urgente - espaço possível na agenda coletiva da tripulação do planetinha azul. E, por que não dizer, nas agendas individuais, também.
Jorge Arndt
Lembro perfeitamente, antes mesmo de 1989 quando eu freqüentava São Gonçalo através de uma amiga que era aluna do curso de Filosofia, e por consequência, aluna do Martin. Época em que ele fazia a pé, Diamantina a São Gonçalo. Penso que era em 1986, quando ouvi pela primeira vez a proposta da criação de uma universidade livre. Inclusive havia uma proposta, desta turma da minha amiga, de visitar a Alemanha, e claro, antenei os sentidos para esta idéia (no sentido de me incluir nesta turma). Viagens sempre me chamou muito a atenção, mas acabei indo visitar sozinho pois o grupo se desfez. Passado um tempo soube da fundação da FUNIVALE, antes pensada para Biribiri. Hoje, vivendo aqui no povoado vizinho e coordenando o Instituto Milho Verde, somos parceiros nas atividades destas instituições que buscam a melhoria das pessoas que vivem no Vale. Reconheço profundamente a importância do trabalho desenvolvido pela FUNIVALE e agradeço a oportunidade de ser mos parceiros. Um abraço, com Deus
Nando - Diretor-presidente do IMV
A ONG Gemas da Terra não existiria hoje se não tivesse sido o apoio de Martin Khune e toda a turma da FUNIVALE no início do projeto, que foi concebido dentro da FUNIVALE. Hoje a Gemas da Terra é reconhecida globalmente pelo seu trabalho de inclusão digital, com artigos publicados em periódicos científicos de reputação internacional e até mesmo compondo um capítulo de um livro sobre desenvolvimento rural sustentável, publicado na Índia em 2008.
Tudo isso nasceu de uma idéia que compartilhei com Martin Khune numa visita que fiz a ele em sua casa em São Gonçalo do Rio das Pedras em Fevereiro de 2002. Martin entendeu bem o propósito e junto com Leornado Nunes, ofereceram incubar o projeto de inclusão digital rural dentro da Funivale, o qual mais tarde veio a se chamar Projeto Gemas da Terra, que em 2003 se transformou na ONG Rede Gemas da Terra de Telecentros Rurais.O trabalho de Martin e da Funivale foram importantes inspirações para mim no início de meu trabalho social com a Gemas da Terra. Não foi a toa que escolhi morar em São Gonçalo do Rio das Pedras e aprender com esta turma os verdadeiros valores do povo do Jequitinhonha. O que aprendi ali, levarei comigo para o resto da vida. É uma experiência valorizada nos circulos internacionais, pois quando menciono os valores do povo daquela terra, faço-o com a paixão de quem conviveu com eles e não apenas como um estudioso de sua antropologia.
A Gemas da Terra é para mim um projeto de vida e a semente dessa vida foi fecundada dentro da FUNIVALE, com a ajuda das pessoas maravilhosas que compõem esta entidade que exala compaixão e amor pelo povo doJequitinhonha. Deus me enviou ao lugar certo para iniciar a minha caminhada como ativista social. Sou muito agradecido aos amigos e amigas da FUNIVALE.
Marco Figueiredo
Fundador da Rede Gemas da Terra
Telecentros rurais
A Caminhos da Serra reconhece o trabalho incansável da Funivale, neste Vale tão querido e na maioria das vezes esquecido. A Funivale saiu da adolescência e entra na Juventude. Que o vigor, o destemor, a paixão e a alegria, características marcantes da juventude, revigorem no grupo atual os ideais daquele grupo de estudantes de Filosofia que com o professor Martin Kuhne discutiram há vinte anos a criação de uma universidade ideal e adequada para o Vale do Jequitinhonha.
20 Vivas......
E que Sempre Vivas...
Alex Mendes Santos
Presidente da Ong Caminhos da Serra
A Funivale nesses 20 anos de trabalho tem feito parcerias com os mais diversos seguimentos do Vale do Jequitinhonha, como encontros de cultura, associação de pais, associações comunitárias e outras. Isso vem mostrando que a diversidade profissional e cultural dessa entidade presta um relevante serviço ao povo do Vale.
Conheço o trabalho da FUNIVALE há 20 anos, principalmente em sua atuação no Festival de férias de São Gonçalo do Rio das Pedras, como principal parceira, possibilitando o fortalecimento da cultura popular brasileira naquele local.
O envolvimento dos funcionários e representantes da FUNIVALE com a comunidade e com artistas populares no Vale do Jequitinhona mostra o compromisso social e democrático da entidade e seus propósitos.
Evandro Passos
Jornalista, Pesquisador da cultura Afro-brasileira
Mestrando pela UNESP- São Paulo
Membro do CID - Comitê Internacional de Dança - Órgão da UNESCO
As criaturas que habitam esta terra em que vivemos,sejam elas seres humanos ou animais,estão aqui para contribuir,cada uma com sua maneira peculiar,para a beleza e prosperidade do mundo.
(Dalai-Lama)
Gostaria de registrar os vinte anos da FUNIVALE como gratidão à tão valiosa contribuição ofertada pelo seu trabalho voluntário a nossa comunidade de São Gonçalo e também a nossa Escola Estadual Mestra Virginia Reis, que nos faz acreditar que somos responsáveis pelo processo de mudança e de transformação dos nossos jovens.Ulisses Tomás Ribeiro
Diretor da Escola Estadual Mestra Virgínia Reis
Funivale: uma universidade Livre, Experimental e Comunitária.
No final da década de oitenta, a Funivale foi criada como conseqüência de discussões de um grupo de estudantes do curso de Filosofia com o professor Martin Kuhne, acerca de uma universidade ideal mais adequada para os moradores das comunidades do Vale do Jequitinhonha, que se viam sempre excluídos dos processos seletivos da educação formal .
A missão da FUNIVALE é favorecer a emancipação da população do Vale do Jequitinhonha a partir da descoberta, vivência e desenvolvimento de suas potencialidades em busca de uma vida digna. Sua atuação beneficia a inclusão de agricultores(as) familiares, lideranças comunitárias, gestores públicos, jovens rurais e outros públicos comunitários, em processos educativos de qualificação promovendo desenvolvimento sócio-econômico, cultural e ambiental.
A EMATER-MG, através do Escritório Local do Serro, tem uma parceria efetiva antiga com a FUNIVALE, tendo atuado na qualificação de jovens rurais no PROGRAMA TERRA MÃE e recentemente a parceria se expandiu com a atuação no “Programa de Desenvolvimento Sustentável Territorial do Alto Jequitinhonha”, cujo público alvo são agricultores familiares e suas formas associativas e com o “Programa Transformar” para qualificação profissional de jovens rurais.
Os Programas não se limitam a qualificar, mais que isso, propiciam ricos momentos de reflexão, discussão, críticas, proposições e análise de políticas públicas, que se materializam em projetos que são executados em benefício dos moradores das comunidades menos favorecidas.
Com certeza a FUNIVALE presta relevantes serviços aos moradores do Vale do Jequitinhonha, colaborando para um mundo mais humano e justo.
Parabéns pelos 20 anos de atuação compromissada com a ética!
Claudete Maria Souza e Costa
Coordenadora Técnica Regional de Turismo Rural.
EMATER - MG
Diretor da Escola Estadual Mestra Virgínia Reis
Funivale: uma universidade Livre, Experimental e Comunitária.
No final da década de oitenta, a Funivale foi criada como conseqüência de discussões de um grupo de estudantes do curso de Filosofia com o professor Martin Kuhne, acerca de uma universidade ideal mais adequada para os moradores das comunidades do Vale do Jequitinhonha, que se viam sempre excluídos dos processos seletivos da educação formal .
A missão da FUNIVALE é favorecer a emancipação da população do Vale do Jequitinhonha a partir da descoberta, vivência e desenvolvimento de suas potencialidades em busca de uma vida digna. Sua atuação beneficia a inclusão de agricultores(as) familiares, lideranças comunitárias, gestores públicos, jovens rurais e outros públicos comunitários, em processos educativos de qualificação promovendo desenvolvimento sócio-econômico, cultural e ambiental.
A EMATER-MG, através do Escritório Local do Serro, tem uma parceria efetiva antiga com a FUNIVALE, tendo atuado na qualificação de jovens rurais no PROGRAMA TERRA MÃE e recentemente a parceria se expandiu com a atuação no “Programa de Desenvolvimento Sustentável Territorial do Alto Jequitinhonha”, cujo público alvo são agricultores familiares e suas formas associativas e com o “Programa Transformar” para qualificação profissional de jovens rurais.
Os Programas não se limitam a qualificar, mais que isso, propiciam ricos momentos de reflexão, discussão, críticas, proposições e análise de políticas públicas, que se materializam em projetos que são executados em benefício dos moradores das comunidades menos favorecidas.
Com certeza a FUNIVALE presta relevantes serviços aos moradores do Vale do Jequitinhonha, colaborando para um mundo mais humano e justo.
Parabéns pelos 20 anos de atuação compromissada com a ética!
Claudete Maria Souza e Costa
Coordenadora Técnica Regional de Turismo Rural.
EMATER - MG
Minha Experiência com a Funivale é de longa data, mas atualmente enquanto estou me dedicando profissionalmente a seus trabalhos aproveito intensamente cada experiência vivenciada. A universidade do diálogo, da troca entre o conhecimento popular e o das letras, a dinâmica da vida do povo do Vale e do mundo eu sinto e enxergo aqui. Mesmo me formando assistente social no ensino convencional sempre deverei à Funivale minha formação para a vida.
Parabéns aos fundadores, aos tantos colaboradores de antes,e de hoje
Sandra Viviane de Moura
Educadora socioambiental
Queridos amigos do FUNIVALE,
Por ocasião do 20imo aniversarion, nos também queremos juntar-nos ao coro de amigos e congratulantes. Lhes felicitamos pelo seu trabalho abnegado em favor da juventude do Vale de Jequitinonha e do medio ambiente. O Servico da Paz Mundial (Weltfriedensdienst WFD), que este ano fara 50 anos, aprecia colaborar com organizacoes em America Latina e Africa que como FUNIVALE estao ao lado dos pobres. Organizacoes que fazem esforcos para melhorar as condicoes de vida de comunidades e familias. Desejamos ao FUNIVALE uma lindissima festa e entusiasmo e fantasia para o futuro para alcancarem os seus objectivos altos.
Um grande abrqaco de Berlim por parte de Katrin Steinitz
Weltfriedensdienst Servico da Paz Mundial - Spenderkommunikation & Projektpartnerschaften
"Experiência ímpar instalada no Vale do Jequitinhonha e capitaneada pela visão projetiva de Martin Kuhne, a Funivale, reflete a ideologia sólida daquelas poucas pessoas que, incansavelmente refutam a exploração do homem pelo homem e lutam pela dignidade do indivíduo.
A criação e a sustentabilidade, duramente mantida pela Funivale resgata a esperança de se construir neste país uma educação inclusiva e efetivamente focada na formação de cidadãos livres e de bons costumes.
A história há de fazer justiça ao persistente trabalho deste grupo de pessoas iluminadas".
Paulo Queiroga Presidente da Associação Brasileira de Jornalistas e Turismo - ABRAJET MG, empresário e educador.
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